JOANA BC
Porto (Portugal)

Joana BC nasceu no Porto, cidade na qual vive e trabalha. Estudou Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, instituição na qual é agora docente, e na Slade School of Fine Art, em Londres.
O seu trabalho foi mostrado em Portugal, Reino Unido, França, Alemanha e Suíça.
Recebeu recentemente a bolsa Künstlerhaus Schloss Balmoral como artista residente em Bad Ems, Alemanha. Em 2016 e 2017 o seu trabalho fez parte da exposição Seepferdchen und flugfische / Seahorses and flying fish que foi apresentada, entre outros museus, no Arp Museum Banhof Rolandseck, na Alemanha.

SAMUEL MATZIG
Mels (Suiça), 1983

Samuel Matzig, nasceu no ano de 1983 em Mels, na Suíça, onde viveu até 2012. Posteriormente mudou-se para Lisboa, para estudar Fotografia e História de Arte na escola AR.CO, cidade onde atualmente vive e trabalha.
Tem realizado algumas exposições de grupo, como Ar.co Outubro, na escola Ar.co, em Almada (2013), Salão de Inverno n’A Pequena Galeria, em Lisboa (2014 e 2015) ou a exposição ar.co bolseiros & finalistas, no Palácio Pimenta, em Lisboa (2014). No ano passado expôs na Mostra '16, no Edifício Vasco da Gama, em Lisboa e na galeria Diferença, na exposição colectiva Cliché-verre. Como projecto individual apresentou o trabalho Tobel, no atelier Inma Ruiz, em Lisboa (2013), que continuou a desenvolver até ao presente.

www.samuelmatzig.com

ANA M. MOURÃO
Lisboa (Portugal), 1971

Ana M. Mourão nasceu em Lisboa em 1971. Entre 1990 e 1994 frequenta o curso de Farmácia da Universidade de Lisboa. Em 1991, ingressa no curso de “Iniciação ao Desenho” na Sociedade Nacional de Belas Artes onde também frequenta o curso “Temas de Estética e Teorias da Arte Contemporânea”.
Em 2001, licencia-se em Arquitectura pela Universidade Lusíada de Lisboa e, um ano depois, inicia a sua actividade profissional como arquitecta.

Desde 1999, até hoje, tem desenvolvido continuamente trabalho na área do desenho. A sua ligação ao colectivo Páreas acontece, pela primeira vez, em 2012, com a edição de um postal com um desenho da sua autoria. Em 2013, também com a chancela Páreas, publica o livro “2013”.

www.pareasparias.com
www.anammourao.com

JOÃO DIAS
Lisboa (Portugal), 1983

Vive e trabalha em Viseu. Concluiu em 2006 o curso de Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso com a Galeria Pedro Serrenho em Lisboa, tendo sido representado na Feira de Arte Contemporânea de Lisboa e trabalha desde 2011 com a Galeria Art Form, no Estoril.

Dos inúmeros projetos artísticos, podemos destacar a residência no Centro de Arte e Pesquisa Carpe Diem, em Lisboa (2015), a exposição dos Finalistas dos Encontro da Imagem de Braga, em 2014, o trabalho Drawing/Performance com Abraham Hurtado apresentado em Berlim, Múrcia e Barcelona nos anos 2011-12, a exposição Living Draw com Daniela Lehman, em Berlim e Lisboa, (2008-09) e Casa, com Romulus Neagu.

Tem vindo a expor a sua obra internacionalmente em cidades como Munique, Berlim, Nova Iorque, Barcelona, Múrcia ou Londres. Foi ainda premiado pelo INOV-ART, através de um estágio em Berlim, cidade onde viveu entre os anos 2008 e 2012. Realizou várias exposições individuais como Living Draw, em Berlim (2008), Inside Drawing, em Lisboa (2008), Ping Pong Project, em Berlim, 1st Rehearsal, em Londres (2012) ou a residência nos Espaços do Desenho, na Fábrica do Braço de Prata, em 2010. 

Atualmente João Dias é cofundador e diretor artístico da Saguão - Galeria Experimental sedeada em Viseu desde 2013. Em 2014 criou o projeto Objectos Experimentais para o desenvolvimento de objetos artísticos interativos de cariz mecânico e/ou tecnológico no centro histórico da cidade.

www.joaodias.pt

CATARINA RAMALHO LUÍS
Lisboa (Portugal)

Nascida nos arredores de Lisboa, Catarina Luís é designer, gosta do que faz e não se vê a fazer mais nada que a afaste da esfera da criatividade. É licenciada em Design pelo IADE e Mestre em Design Gráfico pela ESAD de Caldas da Rainha, com uma tese/projeto que visa uma leitura do imaginário dos jogos da Majora.

As razões que a levaram à escolha da marca para o livro "Majora – Revalorização do Património Lúdico Tradicional Português" estão relacionadas com um fascínio pessoal pela originalidade das ilustrações e valor cultural e artístico da marca, que considera ter um valor inestimável.

Ambiciona deixar a sua marca no mercado e no mundo do design, no entanto, tem como objetivo para um futuro próximo, crescer enquanto pessoa e designer, melhorar e aprender, consigo mesma e com os outros, estando disposta a abraçar novos desafios.

behance.net/catarinarluis

JORGE LEAL
Lisboa (Portugal), 1975

Vive e trabalha em Lisboa.
Jorge Leal conclui, no ano de 2000, uma licenciatura em Arquitetura na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, prosseguindo, em 2002, um curso de Pintura no Ar.Co. Atualmente frequenta o doutoramento de Desenho, na FBAUL.

Durante os últimos anos tem vindo a participar em inúmeras exposições coletivas onde se destacam, no ano de 2009, Artistas Portugueses Lá Fora, com a curadoria de João Pinharanda, no Museu da Eletricidade, em Lisboa, no ano 2010, Memórias, com a curadoria de Ana Luísa Barão, no Convento dos Frades, em Trancoso, e em 2012, Arte de Bolso Mod.2012, na galeria Sete, em Coimbra. Das exposições individuais salientam-se, em 2007, La Boca Plena De Pols, no Distrito Quinto, em Barcelona, em 2010, Sachsenhausen, Um Domingo, na Sala do Cinzeiro 8, com a curadoria de João Pinharanda e em 2015 Without Drawing a Day is Lost na galeria Mute, com a curadoria de Manuel Furtado dos Santos.

O seu trabalho está presente em várias coleções, como a Fundação EDP, a Câmara Municipal de Óbidos, a Câmara Municipal de Ponte de Sor, CENTA, Centro deEstudos Judiciários (CEJ), Quarteirão das Artes, e em várias coleções privadas em Portugal, Espanha, França, Bélgica e Inglaterra.

MAÍSA CHAMPALIMAUD
Lisboa (Portugal), 1987

Vive e trabalha em Lisboa.
Maísa Champalimaud conclui uma licenciatura em Pintura
no ano de 2011, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Prossegue a sua formação com um IMD – na International Leading Business School e com uma residência artística na escola MArt, sob orientação de André Almeida e Sousa, Carlos Correia, Paulo Brighenti e Luísa Metello Seixas (2014/16).

A artista tem vindo a expor individual e coletivamente desde 2011, com destaque para as exposições GAB-A, na Galerias Abertas das Belas-Artes – FBAUL, em Lisboa (2011), A Arte Vai Ao Mercado, no Mercado da Vila de Cascais, Cascais (2012), ARTIS 13, na galeria de Arte do Casino Estoril, em Cascais (2013), Perdidos na terra do Nunca, na galeria AmiArte, no Porto (2014). No último ano destacam-se Pessoa, na Casa Álvaro de Campos, em Tavira, Vaga Luz, na Fundação Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, Baht, MOSTRA'15 por Patrícia Pires de Lima, em Lisboa e Cidadela Art District, em Cascais.

Paralelamente à pintura, a artista participa na gestão de um escritório familiar, conciliando os dois mundos tão distintos, mas que contribuem para a base do seu equilíbrio como artista plástica.

maisachampalimaud.com

AFONSO BAG
Lisboa (Portugal)

Ricardo Henriques, natural de Lisboa e crescido entre o Ribatejo e a Beira Baixa, cantor e autor com o pseudónimo “Afonso Bag” (Voz, Guitarra Clássica e Guitarra Folk) projeto que teve início no final de 2012, lançou recentemente o 1.º álbum. Este ábum conta com a colaboração de Pedro Cabral na guitarra lap steel, Pedro Teixeira no contrabaixo e José Garcia no baixo, tendo como influencia maior a pop e a world music.

Com um cariz muito inserido no contexto “cantautor”, os seus temas revelam-se retratos de situações vividas pelo próprio, canções escritas maioritariamente na primeira pessoa. Situações de vida comuns a todos nós, vividas e contadas segundo a sua perspetiva e com os detalhes que as tornaram únicas.

Um álbum que nasce algum tempo depois da partilha com outros projetos e músicos, feita num circuito entre diversas salas e locais de espetáculos do país.

Foi produzido pelo próprio artista e gravado entre Janeiro e Abril de 2015 nos estúdios “Pé de Vento”, em Salvaterra de Magos por Fernando Nunes, o qual gravou artistas como Mariza, Carlos do Carmo, Ana Moura, António Zambujo, Pedro Barroso, JD Walter entre outros.

facebook.com/afonso.bag


Saiba mais sobre o álbum.

FILIPA REIS
Lisboa (Portugal), 1984

Vive e trabalha em Lisboa.
Estudou Fotografa no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação, Lisboa e História da Arte na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Ao longo do seu percurso podemos destacar a nomeação para a Mostra Jovens Criadores, na área de Fotografia, do Centro Português de Artes e Ideias, em duas edições diferentes - 2010 e 2012.

Realizou uma residência artística na Red Gate Residency em Pequim (2011), cidade onde se estabeleceu por dois anos, tendo desenvolvido vários projetos sobre fotografia (exposições e edições de autor) e organizado outros eventos culturais. Integrou a equipa da tertúlia The Sarau Project; foi co-curadora e artista da exposição itinerante Nevermind The Space Between Us, em Pequim (China), que teve também lugar em Lisboa, na Fábrica do Braço de Prata (2013). Em Dezembro de 2014 apresentou a exposição individual Topofilia #2 na galeria Mute, em Lisboa.

filipareis.weebly.com

CONSTANÇA SARAIVA
Lisboa (Portugal), 1985

Constança Saraiva é artista plástica e investigadora a viver em Roterdão. Desde 2010 que desenvolve projetos artísticos com comunidades em territórios de exclusão social.
A sua prática artística desenvolve-se de diversas formas: entre a escultura, instalação, fotografia, livro, performance, vídeo ou investigação teórica, envolve pessoas e comunidades e procura questionar o papel que a arte tem num contexto social.

Licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2009. Participou em várias exposições coletivas, residências artísticas e catálogos desde 2006. Foi selecionada para o concurso Jovens Criadores 2010, ganhou o primeiro prémio de escultura dos Jovens Criadores da Câmara Municipal de Aveiro (2007) e o primeiro prémio de escultura da Câmara Municipal de Moura (2009). Foi Bolseira Inov-Art (Direção Geral das Artes) em 2010 no Casco – Office for Art, Design and Theory. Em 2012 cofundou o projeto Conversas, cujo modelo se internacionalizou, expandindo-se a outras cidades. Em 2013 foi convidada pelo Ministério da Juventude e do Desporto e pelo Clube Português de Artes e Ideias, a integrar a delegação Portuguesa na International Youth Conference and Exhibition, em Baku, no Azerbaijão.

Concluiu o mestrado em Museologia e Museografia na FBAUL em 2013 desenvolvendo a sua tese sobre Arte e Comunidades, na qual obteve a classificação máxima, com honra Summa Cum Laude. Esta tese formou base para o livro bilingue “Arte e Comunidades – Um Arquivo Poético sobre o Envelhecimento”, selecionado para os Best Portuguese Book Designs e vencedor do Prémio Oficina do Cego para publicações de artista em 2015.

constancasaraiva.com

MARIA COHEN
Lisboa (Portugal), 1982

Maria Cohen licenciou-se em Direito, na Faculdade Direito da Universidade de Lisboa mas iniciou o seu percurso como artista plástica no ano de 2010, quando ingressou no Curso Regular de Desenho e Pintura no Ar.Co, onde está, atualmente, a concluir o Curso Avançado de Artes Plásticas.


Nos anos 2013 e 2014 a artista participou na Exposição de Outono/Open Studio no Ar.co. e em 2013 colaborou com editora Páreas/Párias no lançamento de uma série de postais de autor. Vive e trabalha em Lisboa.

mariacohen.tumblr.com

TIAGO DA CUNHA FERREIRA
São Paulo (Brasil), 1979

Os trabalhos de Tiago da Cunha Ferreira são maioritariamente de caráter documental, procurando
retratar a condição humana no presente, para a criação
de exposições e livros de fotografia que juntos contribuem para uma mesma história.


Em 2006, consagrou-se como fotógrafo com o seu primeiro livro “Ukama Wangu – Família Minha”, com prefácio de Mia Couto e edição da Assírio e Alvim, um trabalho documental a preto e branco que retrata os Tivane, uma família moçambicana. Em 2011, publicou “Vamos”, um documental realizado em parceria com o escritor Jacinto Lucas Pires, por encomenda da Fundação Calouste Gulbenkian e da Academia Ubuntu. Em Outubro de 2014 lançou o livro de autor “Fotografias da Guiné-Bissau”, que retrata parte da realidade deste país e do seu povo, numa exposição no Museu Nacional de História Natural e da Ciência em Lisboa. Tiago da Cunha Ferreira acredita no potencial da alfabetização visual que a Fotografia oferece e a partir desta ideia, vem preparando um projeto de integração social para crianças e jovens em Portugal. Vive e trabalha em Lisboa desde 1987.

tcfphoto.com

DIOGO ALMEIDA MARTINS
Torres Vedras (Portugal), 1989

Vive e trabalha em Portugal - Torres Vedras.
Licenciado em Artes Plásticas, na Escola Superior de Artes
e Design, nas Caldas da Rainha, onde concluiu também o Mestrado em Artes Plásticas no ano 2014. Em 1991 foi viver para a Bélgica, regressando a Portugal em 1998, onde desde então vive.

Já em portugal, o artista tem vindo a realizar várias exposições nos últimos anos, podendo ser destacadas Meia Pensão, no âmbito do Ciclo de Exposições no Hotel Madrid, Caldas da Rainha (2014) e a exposição Mini Hotel, um projecto intitulado Passa a Cabine, organizado pela Fundação PT / IP Leiria, Caldas da Rainha (2013).

diogoalmeidamartins.wix.com/diogoalmeidamartins

MARIANA DIAS COUTINHO
Lisboa (Portugal), 1978

Mariana Mota Capitão Dias Coutinho é artista residente no espaço cultural ME108 e membro associado da APAURB - Associação Portuguesa de Arte Urbana. Cursou Desenho e Pintura no Ar.Co (2010/2011) e é licenciada em Conservação e Restauro de Mobiliário pela U.N.L.


Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro e tornou-se um dos rostos da cidade, com intervenções no “Passeio Literário da Graça”(Arco da Travessa do Monte, Lisboa) ou no Lx Factory, entre muitas outras.

marianadiascoutinho.tumblr.com

GONÇALO MAR
Lisboa (Portugal), 1974

É licenciado em Design de Moda pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa e conta com um vasto currículo de comissariados de rua e exposições, individuais e coletivas, de onde se destacam a representação de Portugal no Tour Paris 13 ou a pintura do edifício da Rua da Cascalheira nº 1-5, no final da Av. de Ceuta (Lisboa). A sua obra centra-se na construção de um imaginário peculiar, que mistura elementos do universo da banda desenhada e da animação, com referências da cultura japonesa e da linguagem da Arte Urbana.

goncalomar.com

PANTÓNIO
Açores, Ilha Terceira (Portugal), 1974

Inicia as suas primeiras experiências em escultura, desenho e pintura no Instituto de Cultura dos Açores. Mais tarde, ingressa na Escola de Artes e Ofícios de Cerveira e estuda artes gráficas no Instituto Politécnico de Tomar. Partindo dos Açores, leva a sua pintura ao mundo inteiro, escolhendo a Rua como principal palco de intervenção. Depois de uma ambiciosa intervenção na China, o seu próximo projeto leva-o à Rússia. Atualmente é um dos mais reconhecidos artistas urbanos portugueses, sendo representado em Paris pela Galerie Itinerrance.

pantonio.net

PEDRO ZAMITH
Lisboa (Portugal), 1971

Licenciado em Pintura pela FBAL, bacharel em cenografia pela ESTC. Professor de artes visuais. Realizou inúmeras exposições individuais (galeria Appleton Square, Monumental, Arte Periférica, Dama Aflita, entre outras) e coletivas (Museu Berardo e Museu de Arte contemporânea da Corunha). Integrou vários projetos de intervenção, como por exemplo "Comboio Fantasma" com Manuel João Vieira, André Lemos e João Maio Pinto, com apoio da Agência de Arte Vera Cortês e colaborou em diversas publicações, destacando-se "O homem que desenhava na cabeça dos outros" (Oficina do Livro).

pedrozamith.com

IVO SMILE
Lisboa (Portugal), 1985

Inicia as suas primeiras intervenções em grafiti nos finais dos anos Noventa, por via da cultura RAP, e é reconhecido pela sua linguagem realista. Em 2012, criou a “Primeira ARTE Atelier & Gallery”, um projeto pioneiro em Portugal, situado em Odivelas. Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro e atualmente integra a ONE ART CREW e o Writer Team da LRG Clothing.

facebook.com/Smile1art

ZANA MORAES
Lisboa (Portugal), 1985

Licenciada em Design Gráfico e mestre em Design e Cultura Visual pelo IADE, atua como ilustradora e designer. A sua expressão gráfica é influenciada pelo meio onde vive, perto da natureza e da floresta e destaca-se pelo uso confiante da cor. Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro. Atualmente vive e trabalha na Suíça.

cargocollective.com/zmdesign

EDIS ONE
Lisboa (Portugal), 1990

Licenciado em Design pelo IADE, concluiu estudos em Design Industrial, em Vienna, e trabalha nas áreas do grafiti, pintura, fotografia, design gráfico e industrial. Recentemente, trabalhou para marcas como a MEO, SL BENFICA, CML, entre outras. A sua última incursão no estrangeiro foi na Holanda (Amesterdão), onde elaborou várias peças de grafiti. Esteve presente no MEO SUDOESTE 2014 com os artistas PARIZ ONE e MR DHEO.

edis1.com

MARIA PASSÔ
Cascais (Portugal), 1996

Estudou Produção Artística - realização plástica do espetáculo, na Escola António Arroio, e ingressa este ano no Instituto Politécnico de Leiria para estudar Artes Plásticas. Tem desenvolvido trabalho em pintura, cenografia e ilustração. Integrou, entre outros, o encontro de azulejaria Pisal, promovido pela CML.

www.behance.net/umamaredemim

PETER GILBERT
Lisboa (Portugal), 1967

Pedras roladas da praia, madeira à deriva do mar, ferro reciclado e outros objetos encontrados são os ingredientes essenciais das criações de Peter Gilbert. Inspirando-se na fusão de formas da natureza e materiais descartados pelo Homem, confere-lhes nova vida, criando esculturas que convidam um olhar invulgar e irónico sobre o mundo a nossa volta.

Como anglo-dinamarquês nascido em Lisboa, estudou em Inglaterra onde fez o seu bacharelato em Design Gráfico na Norwich School of Art e Masters em Jornalismo Internacional na City University. Já fez exposições na Inglaterra, Dinamarca e Portugal. Atualmente vive em Sintra, dividindo o seu tempo como escultor e redator.

Algumas exposições:
“Noah - Sculptures by the Sea”, Ciclo Internacional de Escultura ArteMar Estoril (2014)
“Drift III”, Azenhas do Mar, Sintra (2013)
“Landart, Landscape Sculptures”, Parque de Monserrate, Sintra (2006)
“Sculptures for Poeira Interior Design”, Lisboa (1996)
Fisher Gallery, Londres (1993)
“Kunsthojskolen”, Dinamarca (1986)

www.petergilbert.weebly.com

FILIPE CRAVO
Figueira da Foz (Portugal), 1977

Filipe Cravo é licenciado em Pintura pela A.R.C.A. de Coimbra e em 2002 concluiu o mestrado em Fine Art na Central Saint Martins College of Art & Design de Londres. O seu trabalho reflete profundamente interesses e perplexidades pessoais, como seja o fluxo do tempo – e o fascínio pelo passado, a música negra e, a partir de certa altura, a relação entre eles, que passou a ocupar uma parte importante da sua investigação plástica. Assim, em 2005, dá início ao programa de rádio “Magia Negra”, que se mantém até hoje na Rádio Universidade de Coimbra, dedicado à música negra. Em 1998, foi reconhecido com uma Menção Honrosa no concurso “Jovens Pintores – Fidelidade Seguros” e, desde então, expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro.

No seu percurso, destacam-se os convites pela curadora Saskia Wilson-Brown para participar em “Starfu**ers”, na Galeria Overtones, Los Angeles (2004), pelos curadores Claire Nichols, Neil Taylor e Harriet Murray para a coletiva “On Trust”, Campbell Works, Londres (2007), e pelo curador Shaheen Merali para “Ford”, na Oxford House, Londres (2001). Integrou ainda as mostras “TRansit”, no Centro Cultural Recoleta, em Buenos Aires (2004) e “Messi? Ronaldo?”, na mesma cidade, no Espacio Maipú (2011). Em 2012, participou na exposição “Everything But The Kitchen Sink”, no espaço Dom Omladine, em Belgrado. Acaba de ser convidado a participar na Biennale Méditerranéenne d'Art Contemporain d'Oran, que decorrerá na Argélia entre 16 e 18 de maio.

www.filipecravo.com

MIGUELANGELO VEIGA
Lisboa (Portugal), 1974

Miguelangelo Veiga licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e frequentou a Escola de Artes Visuais Maumaus. Desenvolve investigação no campo das artes visuais desde 2000, nomeadamente, nas vertentes de Desenho, Pintura, Instalação e Vídeo.

Em 2002, realizou a primeira mostra coletiva com destaque público: “The opposite direction/ easily reversible”, na Galeria Zé dos Bois (ZDB) e em 2004 foi distinguido com o Prémio “Jovens Pintores Fidelidade Mundial”. Em 2007, participou na mostra Private Office, com a instalação “Non-Objective Painting”, no 211 da Avenida da Liberdade. No mesmo ano, participou no Open studio/ residência “O Sítio das Artes”, integrado no Fórum Cultural – “O Estado do Mundo”, no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2010, foi selecionado pelos curadores da The Phillips Collection e do Katzen Arts Center American University Museum para representar Portugal na exposição “Loop: Contemporary Vídeo Art From the E.U.”, no National Portrait Gallery, em Washington D.C. Em 2013, integrou o programa de Projetos Associados da Trienal de Arquitetura de Lisboa – Close, Closer – com “Domino / Ready for the fall” no âmbito do projeto “Curating the Domestic - Images at Home” de Ana Rito e Hugo Barata.

Está representado em diversas coleções (PLMJ, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Al Maqam (colec. Mohamed Mourabiti, Marrocos), Fundação do Fórum de Assilah (Marrocos). Vive e trabalha em Lisboa.

miguelangeloveiga.wix.com/domain

JOSÉ MOURA-GEORGE
Lisboa (Portugal), 1944

José Moura-George é artista plástico e designer, dividindo atualmente a sua prática artística entre Lisboa e São Paulo. Frequentou a Beckenham School of Art e o Ravensbourne College of Art and Design, obtendo um Honours Degree em Arte e Design.


Na década de Sessenta leciona no West Sussex College of Art and Design e integra o movimento Pop Art. A permanência em Inglaterra, permite-lhe participar em projetos com artistas plásticos de renome, como Ben Nicholson, Paul Huxley, Richard Lin, Paula Rego, Victor Willing, entre outros. Nos anos 70 viaja para Nova Iorque onde integra o Movimento do Expressionismo Abstrato da Costa Este. Desde então, José Moura-George expõe regularmente na Europa e na América, destacando-se a recente participação no Ano de Portugal no Brasil com a mostra “Cores e Redescobertas”, na Sala Camões do Consulado Geral de Portugal, em São Paulo, e “Rumos e Destinos: tenho em mim todos os sonhos do Mundo”, no MuBE – Museu Brasileiro de Escultura, na mesma cidade. Em 2012, apresentou uma exposição de pintura na Galeria Mónica Filgueiras (São Paulo) e em 2006 realizou uma grande retrospetiva no Museu de Arte Moderna de Salvador da Baía. O seu trabalho está representado em diversas coleções públicas e privadas, nacionais e internacionais (Coleção Philip Johnson - USA; Coleção National Theater “Old Vic”, Cedar Holdings - Inglaterra; Coleção Banco Espírito Santo - Brasil; Coleção Paulo Figueiredo Fundação – São Paulo). Paralelamente à sua atividade como artista plástico e designer, Moura-George é coautor de publicações como “A Book of Answers”, editado em Londres, em 1974, pela George&Chase; autor da obra “Design Industrial – Reflexões”, editado em 2003 pela Arte Plural e da publicação “Caminhos Percorridos”, editada em 2009 pela Vogais&Co de Lisboa.

www.moura-george.com.br

INÊS DANTAS
Coimbra (Portugal), 1980

Inês Dantas é arquiteta, dividindo a sua atividade entre a prática profissional, a investigação e o ensino universitário. Aprendeu a desenhar árvores, paisagens e composições orgânicas com a artista Maria Lucília Moita com quem teve lições entre 1995 e 1998.


Frequentou o Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra (DARQ) onde se licenciou em 2004 e igualmente o Politécnico de Milão (2001-02). Foi membro da redação da revista NU entre 2002 e 2004. Exerceu atividade profissional no ateliê Peter Haimerl Studio, em Munique, de 2004-2006. Desde 2006, tem lecionado em diversas instituições: Universidade de Innsbruck, Universidade de Brighton, AA Visiting School Singapura, Politécnico de Milão e encontra-se a fazer o doutoramento na Bartlett School of Architecture - UCL, em Londres, com bolsa da FCT. É cofundadora, no ano de 2006, do ateliê *WUDA (Munique-Londres) onde tem realizado diversos projetos de arquitetura, tais como o Tridom Puzzle, PSCC, Berlin House, tendo o trabalho do ateliê sido premiado em concursos internacionais (Tejo e Pavilhão Austríaco da Expo 2010 em Xangai). Tem participado em diversos eventos, como o London Design Festival 2011, a exposição Cities Methodologies, na mesma cidade, a exposição itinerante Habitar Portugal e, recentemente, na galeria Lothinger 13, em Munique, aquando da exposição do Förderpreis Landeshauptstadt München 2013.

www.wuda.eu

MANUEL FURTADO DOS SANTOS
Lisboa (Portugal), 1980

Mestrado em Instalação na Central Saint Martins University of the Arts (2007) e Licenciado em Belas Artes na vertente de Escultura na Coventry University (2005). Estudou também na Faculdade de Medicina de Lisboa e no Instituto Superior Técnico.


Mantém uma atividade letiva, teórica e prática, tendo a de maior relevância começado em 2011 na Arte Ilimitada Escola de Artes Visuais. Expõe regularmente em Portugal (foi artista da Galeria Sopro de 2008 a 2012) e Inglaterra, tendo recentemente começado a expor fora da Europa integrado numa exposição coletiva itinerante “Never mind the space between us” (Pequim, junho de 2013 - brevemente no Rio de Janeiro). As exposições anteriores mais relevantes incluem: “Elementa” (Galeria Sopro 2011), “White Garden” (Pavilhão 28, 2010), “Pos-” (Galeria Sopro, 2009), “Retorno” (Arte Contempo, 2008), “Central Saint Martin's MA Show” (Londres, 2007), “11.472” (Barge House, Londres, 2007), “Fresh Meat” (Coventry, 2006) e “voID” (Birmingham, 2005).

Tem desenvolvido vários projetos de grande escala, tanto para privados como para espaços públicos, na área da pintura (Parque de Ciência de Warwick, 2005) e também escultura, fotografia e até da intervenção arquitetónica para colecionadores privados. Trabalha em Lisboa num espaço remodelado pelo próprio desde janeiro de 2013.

furtadosantos.wordpress.com

MARIA SASSETTI
Lisboa (Portugal), 1986

Nasceu em Lisboa, em 1986. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, prosseguiu a sua formação académica no Chelsea College of Art and Design, em Londres, com uma pós-graduação em Artes Plásticas.

Desde 2007 participou em várias exposições nacionais e internacionais, destacando-se as exposições individuais Moía as Marés, na Galeria Municipal de Corroios, Corroios, 2011; Succulent Hortis, na Associação de Gravadores Água-Forte, Lisboa, 2012; e as exposições colectivas Three Cases and a Carry-On, Catherine Dianich Gallery, Vermont, USA, 2012; Lugar [in]Comum, Galerias Garrett, Lisboa, 2012; Spectrum, Novos funcionamentos da imagem na Arte Contemporânea, Casa Museu-Medeiros e Almeida, Lisboa, 2012; e La Casa Grabada, Carmén de la Vitoria, Granada, Espanha.

Em 2011, ao abrigo do programa Inov-Art estagiou no departamento de Artes Visuais no Centro Cultural Wave Hill, em Nova Iorque, onde integrou a equipa de curadoria e produção. Desde 2008, pertence ao Colectivo Tempos de Vista realizando projectos expositivos e de curadoria, tendo participado nas três Edições - na Mãe d’Água das Amoreiras, no Observatório Astronómico de Lisboa (com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian) e no Museu da Carris. Paralelamente, é formadora do curso Drawing Foundation na Odd School, em Lisboa, e trabalha como monitora no Serviço Educativo do Museu da Carris.

cargocollective.com/mariasassetti

XANA SOUSA
Lisboa (Portugal), 1986

Concluiu o mestrado em Criação Artística, na Faculdade de Belas Artes de Barcelona, em 2010, depois de se licenciar em Pintura, na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, em 2008. Desde 2009 colabora com a Galeria Carme Espinet em Barcelona, onde estagiou ao abrigo do Programa Leonardo Da Vinci.

Integra como artista plástica e curadora o Colectivo Tempos de Vista, que em 2011 recebeu o subsídio de Valorização e Divulgação Artísticas da Fundação Calouste Gulbenkian, para a produção plástica da exposição Tempos de Vista - O espaço em Paralaxe, no Observatório Astronómico de Lisboa, e em 2012 os apoios da FCT e CIEBA no âmbito da exposição Tempos de Vista – Zona Desactivada, no Museu da Carris.

Expõe regularmente em Lisboa e Barcelona, destacando-se Narrativas no Livro de Artista, Livraria Fábula-Urbis, em Lisboa; Spectrum – Novos Funcionamentos Artísticos da Imagem, na Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa; Procediments Pictórics, Les Bernardes, em Girona; Posicionamets’10, Galeria Carme Espinet, em Barcelona; Minúsculs, Galeria Carme Espinet, em Barcelona, e Work in Progress: Espaço/Memória, Espaços do Desenho, em Lisboa. Paralelamente é Formadora de Anatomy Drawing, na Odd School, em Lisboa, e integra a equipa do Museu da Electricidade e do Museu da Carris, como monitora e guia de museu.

xanasousa.com

JOANA RICOU
Minneapolis (USA), 1981

Joana Ricou estudou Arte e Biologia na Carnegie Mellon University de Pittsburgh (2004) e completou o mestrado em Arte Multimédia na Duquesne University (2009).

Expõe regularmente nos Estados Unidos em espaços de Arte e Ciência, como o Andy Warhol Museum (2007), o Carnegie Science Center (2010) ou o Children’s Museum of Pittsburgh (2010). Em 2011 integrou uma mostra em Portugal no Pavilhão da Ciência Viva. Em 2012 o Leonard Journal of Art and Science (MIT Press) publicou um artigo sobre o seu trabalho em museus e espaços de ciência.

Algumas das suas peças inspiraram capas de jornais, como é o caso de “Outro eu”, capa do jornal NATURE (Junho, 2012) ou “Hipocampo de rato…”, capa do Journal of Neuroscience (2005).

Atualmente, Joana Ricou vive e trabalha em Brooklyn, NYC. Nos EUA, a artista é representada pela Galeria Guichard (Chicago) e pela Concept Gallery (Pittsburgh).

joanaricou.com

Beatriz Albuquerque
Porto (Portugal), 1978

Vive e trabalha entre o Porto e Nova Iorque e é conhecida pela suas práticas interdisciplinares entre a performance e cross media.Tem desenvolvido um trabalho autónomo em que a performance é o elemento fulcral e central de todo o desenvolvimento artístico.

Beatriz Albuquerque foi galardoada com o Prémio Myers Art Prize: mix media, Columbia University, Nova Iorque (2009) com o seu video-art ACTivism; assim como o Prémio de Performance Ambient Series, PAC/edge Performance Festival, Chicago (2005), com a performance Duracional DIY. O seu trabalho revela fortes influências de Marina Abramovic, artista sérvia com quem Beatriz Albuquerque tem colaborado.

beatrizalbuquerque.web.pt

Adam J. Thompson
Chicopee, Massachusetts (USA), 1982

Fundador do grupo de teatro "The Deconstructive Theatre Project" (DTP), é diretor e produtor e reside em Nova Iorque.

Este grupo dedica-se à criação e experimentação de projetos multidisciplinares que exploram as relações entre teatro, conteúdo e forma, envolvendo o público no processo e produção das suas peças. A companhia tem realizado várias residências artísticas nos Estados Unidos e no estrangeiro, em espaços como The Stuart Street Playhouse, Chez Bushwick, Kunsthof Tangendorf, IRT Theater, Magic Futurebox e conta com atuações em Boston, Nova Iorque, Catskills e São Francisco.

deconstructivetheatreproject.org

Glenn Wonsettler
Pennsylvania (USA), 1979

Vive e trabalha em Brooklyn (NYC), terminou o mestrado em Belas Artes na Purchase College, a norte de Nova Iorque, em 2012. Tem mostrado o seu trabalho em diversas exposições individuais e coletivas, em Nova Iorque, Pittsburgh, Pennsylvania, Posan, Poland e Bratislava em espaços como a Weeknights Gallery, Lu Magnus Gallery, Aaron Krach Gallery e na The Richard and Dolly Maas Gallery.

glennwonsettler.net

João Chaves
Lisboa (Portugal), 1981

Viaja e fotografa desde novo. Conta já com cerca de meia centena de países visitados entre a Europa, Médio Oriente e Ásia. Estas viagens têm grande relevância no seu percurso criativo visto que contêm uma grande carga antropológica fazendo de cada país uma vivência única. Tem como suporte de eleição a película que pensa dar às suas imagens maior organicidade através da textura, grão e cor.

Técnico de vídeo e audiovisual de profissão, desenvolve diversos projetos com artistas plásticos, instituições museológicas, festivais de cinema e produções cinematográficas. Frequenta também o curso de Cinema e Imagem em Movimento no Ar.Co.

MANUELA PIMENTEL
Porto (Portugal), 1979

Manuela Pimentel nasceu no Porto em 1979. Vive e trabalha entre o Porto e Roma. É licenciada em Artes Plásticas, com especialização em Litografia, Serigrafia e Arte Multimédia, na ESAP (02/03) e tem um bacharel em Desenho, pela Escola Superior Artística do Porto (99/02).

Em 2007 foi distinguida com o 1º Prémio de Pintura Serv'artes - “Corpo em Expressão” e em 2004 com o Prémio ESAP, do Curso Superior de Artes Plásticas. O seu trabalho está representado em distintas coleções públicas e privadas. Em 2012 integrou as comemorações de Guimarães Capital Europeia da Cultura com a escultura “P.S. Amo-te” - um avião em acrílico e resina sobre cartazes de rua - técnica que a artista explora em diversos formatos.

Em Março de 2013, Manuela Pimentel apresentará uma exposição individual na Galeria St. António, em Roma. No seu singular percurso, a artista tem ainda desenvolvido trabalhos em cenografia para teatro e cinema.

impressoesderisco.blogspot.pt

NUNO VASA
Torres Vedras (Portugal), 1974

Formado em escultura pela Escola Universitária das Artes de Coimbra (A.R.C.A – U.E.A.C), completa estudos em Londres no Chelsea College of Art & Design. Em 2005 obtém uma bolsa de estudos da Casa Velázquez (Madrid), cidade onde representa Portugal na ESTAMPA (2005), comissariada por João Lima Pinharanda.

Em 2006 integra a mostra Contemporary Portugal, apresentada na Galeria Vartai (Lituânia). Entre os seus principais projetos encontram-se Home (Col. IVAM - Instituto de Arte Moderna de Valência), Kiss Me With Red Lips And’ll Never Be the Same (Casa de Velázquez, Madrid) ou Jantar Possível (Odminiu Square, Vilnius - Capital Europeia da Cultura 2009). O seu trabalho explora a escultura, o vídeo, a instalação e, recentemente, o design de produto, categoria na qual obteve o 1º prémio dos “POPs” - Projetos Originais Portugueses da Fundação de Serralves (2012).

Está representado em várias coleções públicas e privadas: Museu de Arte Contemporânea de Elvas – Coleção António Cachola; Centro de Arte Dos de Mayo de Madrid (CA2M). Em 2012 é convidado a representar Portugal na III BID – Bienal Iberoamericana do Design na categoria do design industrial/produto.

nunovasa.net